Na verdade, sempre foi mais do que isso. Mais do que ter alguém, I mean. É mais como… taking care. Sabe? É ter, estar. Assim: eu tenho, tu tens, ele tem. Nós estamos, vós estais, eles estão. Contar com o outro. A mágoa existe, mas não deixar que a mágoa se transforme amargura, não deixar que ela doa mais do que dói a dor gostosa do amor – aquela, no fundo do peito, quase sempre acompanhada de calafrios, borboletas no estômago e tudo o mais: típico, mas tão certo quanto é certo que o fogo queima, ou que a água molha. Essas bobices todas.
(Há tempos não se escreve um texto livre de todas essas pretensões amorosas. I’ll keep trying; probably won’t make it)